sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sonho que se sonha só...

... é só um sonho, mas sonho que se sonha junto, é realidade.
Obrigada á todos que viveram esse sonho comigo! 
Teatro 2010, Valores de Minas!!!


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Não é o fim, é o começo!

Lágrimas surgiram na nossa formatura, pessoas se despedindo... Cynthia Paulino seguirá o seu caminho. É claro que ficamos tristes, mas desejamos o melhor para quem sempre deu o seu melhor pra gente. Estamos certos entretanto, que a vida nos deu a melhor fase das nossas vidas que talvez tenha acabado, mas de certo, pra muitos, Valores foi só o começo. Tivemos somente uma iniciação á arte, podendo ou não continuarmos nesse caminho árduo e lindo. Como dizia Cynthia : " A arte não é pra quem quer, é pra quem pode!", será que podemos? Essa é uma pergunta que faço á todos do Valores de Minas, você quer? Você pode? Você consegue? É isso que você quer pra sua vida? Se sim, então vá, lute! Sua jornada começa agora! Não se mate, mas não se poupe, e lembre-se do homem que conseguiu tudo que sempre quis... o Herói e a Armadura vai estar pra sempre em nossos corações, como a "coisa" mais bonita que fizemos em nossa altruísta adolescência. Faça a arte pulsar em seu coração, como os tambores da percussão, cante a beleza da vida, finja como uma atriz ser feliz, pinte um lindo quadro e dê piruetas de alegria quando terminá-lo... Seja feliz! Até 2011 multiplicadores, tentarei voltar como extensão, mas se não conseguir, aplaudirei de pé mais uma obra do melhor lugar do mundo!!! \o/

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Respeito.

O respeito juntamente denota um sentimento positivo de estima por uma pessoa ou para uma entidade (como uma nação, uma religião, etc.) e também ações especificas e condutas representativas daquela estima. Respeito também pode ser um sentimento especifico de consideração pelas qualidades reais do respeitado (Ex: Eu respeito o julgamento dela). Pode também ser conduzido de acordo com uma moral específica de respeito. Ser rude é considerado uma falta de respeito (desrespeito) enquanto que ações que honram a alguém ou a alguma coisa são consideradas respeito. Morais especificas de respeito são de importância fundamental para muitas culturas. Respeito por tradições e autoridades legitimas são identificadas por Jonathan Haidt como um dos cinco valores morais fundamentais compartilhados para um maior ou menor por sociedades diferentes e indivíduos diferentes. Respeito não deve ser confundido com tolerância porque tolerância não diz necessariamente nenhum sentimento positivo, e não é compatível com desprezo, o contrário de respeito A palavra respeito vem do latim respicere que significa olhar para trás. Isso evoca a idéia de julgar alguma coisa em relação ao que foi feito quando é valoroso ser reconhecido. Além, a noção de respeito implica que pode ser aplicado para uma pessoa que fez algo certo, mas também para qualquer coisa afirmada no passado como uma promessa, a lei, etc. Isto também é porque na maioria dos idiomas, é dito que o respeito deve ser merecido.

O Herói e a Armadura

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Tolerância

A tolerância, do latim tolerare (sustentar, suportar), é um termo que define o grau de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra moral, cultural, civil ou física.







Do ponto de vista da sociedade, a tolerância define a capacidade de uma pessoa ou grupo social de aceitar, noutra pessoa ou grupo social, uma atitude diferente das que são a norma no seu próprio grupo. Numa concepção moderna é também a atitude pessoal e comunitária face a valores diferentes daqueles adotados pelo grupo de pertença original.






O conceito de tolerância se aplica em diversos domínios:






* Tolerância social: atitude de uma pessoa ou de um grupo social diante daquilo que é diferente de seus valores morais ou de suas normas.


* Tolerância civil: discrepância entre a legislação e sua aplicação e impunidade.


* Tolerância segundo Locke : «parar de combater o que não se pode mudar».


* Tolerância religiosa: atitude respeitosa e convivial diante das confissões de fé diferentes da sua.


* Tolerância farmacológica ou medicamentosa: diminuição da responsividade a um fármaco, ou seja, a diminuição do efeito farmacológico com a administração repetida da substância.


* Tolerância técnica: margem de erro aceitável (ver Tolerância (engenharia)), ou capacidade de resistência a uma força externa.


* Tolerância: em gestão de riscos constitui o nível de risco aceitável normalmente definido por critérios pré-estabelecidos.










Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Frases sobre Preguiça

"A preguiça anda tão devagar que a miséria facilmente a alcança."
(Benjamin Franklin)
"Preguiça, o hábito que se contraiu de descansar antes da fadiga."
(Jules Renard)
"Não há quem apresse mais os outros do que os preguiçosos depois de haverem satisfeito a sua preguiça, a fim de parecerem diligentes."
(François de La Rochefoucauld)
"Vencer a preguiça é a primeira coisa que o homem deve procurar, se quiser ser dono do seu destino." (Thomas Wittlam Atkinson)
"O tédio vem ao mundo pelo caminho que a preguiça abre."
(Jean de La Bruyère)
"O preguiçoso, por não querer dar um passo no tempo devido, vê-se obrigado depois a dar cem." (Henry George Bohn)
"Embora a preguiça e a timidez nos façam cumprir os deveres, a virtude é que fica com as honras." (François de La Rochefoucauld)
"O preguiçoso é um relógio sem corda." (Jaime Balmes)
"Os preguiçosos sempre têm vontade de fazer alguma coisa."
(Luc de Clapiers, Marquês de Vauvenargues)
"O aborrecimento entrou no mundo pela mão da preguiça."
(Jean de La Bruyère)
"A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda." (Mario Quintana)
"Preguiça e ignorância revoltam-se sempre contra aplicação e talento."
(Gaspar Melchor de Jovellanos)
"Temos mais preguiça no espírito do que no corpo."
(François de La Rochefoucauld)
"Deve-se evitar a preguiça, essa sereia enganadora." (Horácio)
"Para os preguiçosos, a nuvem torna-se num fardo. (Mahmud de Kachgar)
"Onde acaba a preguiça, onde começa a contemplação?" (Jean Doutard)
"Não há género algum de preguiça pela qual sejamos tão facilmente seduzidos como aquela que é dignificada pela aparência de ser um negócio."
(Samuel Johnson)
"Ninguém se tornou imortal com a preguiça." (Salústio) 

Fonte: http://www.sitequente.com/frases/preguica.html

Como vencer a preguiça?

Preguiça é a inimigo número 01 da produtividade, compromete seu tempo e saúde, e tornam-se facilmente uma
barreira para conquistar metas de longo prazo, aquelas realmente importantes.
Entenda a preguiça como uma batalha psicológica entre você e a inércia e, se quiser crescer, vai ter que vencer a
preguiça. Aqui vão algumas dicas úteis para esta caminhada.

1. Exercite-se
Você pode se sentir preguiçoso se não tiver energia suficiente para seu dia a dia. Uma rotina de exercícios físicos
deixa o corpo disposto e alerta, menos propenso a 'baixas' energéticas.

2. Durma
Como você pode se sentir motivado e entusiástico se não dorme o suficiente? Problemas de sono muitas vezes
decorrem de maus hábitos.

3. Determine um prazo curto para começar
A parte mais difícil de muitas tarefas é começar. Determine um prazo curto (5 a 15 minutos) para começar, de
qualquer maneira. Se precisar refazer o início depois, o tempo necessário certamente será menor que a eterna
protelação.

4. Visualize os benefícios
A preguiça se alimenta também da nossa visão do problema, e ver só as dificuldades da sua execução torna mais
difícil começar a resolvê-lo. Imagine todos os benefícios que terá ao concluir seu dever, e será bem mais fácil
colocar mãos a obra.

5. Estabeleça prêmios
Estabeleça para si mesmo um prazo para cumprimento da tarefa e um prêmio pela sua consecução. Entra como um
bônus no pacote de benefícios.

6. Pense nas conseqüências do não cumprimento
Outro motivador para se vencer a preguiça é visualizar as conseqüências negativas de se entregar à inércia. Se os
benefícios não são o suficiente para motivá-lo, pense no prejuízo financeiro, profissional ou emocional que vai ter se
não fizer o que deve.

7. Encontre parceiros.
Todos nós temos baixas em nossa motivação, e pessoas com interesses em comum podem ser o melhor apoio
quando a vontade própria não é o suficiente.

8. Divida a tarefa em partes administráveis
Às vezes, a visão obscura que temos de um problema nos impede de definir por onde começar. Se estiver diante
de uma questão complexa ou trabalhosa, divida o processo em etapas menores, administráveis, com prazos para
início e conclusão para cada uma.

9. Faça uma coisa de cada vez
Não é da nossa natureza (embora esteja se tornando de nossa cultura) ser multitarefa. Organize seu pensamento e
dedique-se a uma tarefa de cada vez. A concentração beneficia enormemente a criatividade e nosso potencial para
resultados.

10. Descreva seu processo
Você se sentirá mais motivado se perceber com clareza como sua produtividade varia de acordo com a freqüência
com que se entrega à preguiça. Uma maneira de visualizar este processo é registrar seu progresso diariamente,
anotando quantas metas de propôs, quantas atingiu e como foi seu estado energético e emocional neste dia.
 
11. Lembre-se do que realmente interessa.
A preguiça se alimenta de desculpas que damos a nós mesmos: 'é muito cedo', 'é muito tarde', 'estou muito
cansado', 'eu mereço esta folga'. Ás vezes realmente é verdade, e precisamos relaxar e descansar o corpo. Mas há
uma voz interna, auto-crítica e ciente de nossos estados emocionais, que nos diz se estamos realmente cansados
ou nos entregando à preguiça.
Nas horas críticas, esta voz é a nossa mais sábia conselheira.
 
Baseado no texto: 16 powerful tips to overcome laziness. 

Fonte: http://comunidade.bemsimples.com/autoajuda/w/autoajuda/Como-vencer-a-preguica.aspx

Preguiça


A preguiça pode ser interpretada também como aversão ao trabalho, negligência, indolência, malandrice, morosidade, lentidão, pachorra, moleza.
O preguiçoso, conforme o senso comum, é aquele indivíduo avesso a atividades que mobilizem esforço físico ou mental. De modo que lhe é conveniente direcionar a sua vida a fins que não envolvam maiores esforços.
A preguiça é algo que pode ser combatido e pode ter motivações psicológicas ou fisiológicas.
O indivíduo pode não estar se adaptando ao meio em que vive, visto que a sociedade exige dele determinadas posturas e ações como trabalho, estudo, obrigações morais, obrigações sociais, etc. Portanto, o que poderia determinar o seu sucesso ou não é a capacidade de conciliar as suas necessidades com as demandas do meio em que está.
A pessoa que se sente acometida de preguiça necessita entender as circunstâncias em que se encontra e traçar seus objetivos de modo que seja conveniente para si e para os demais - isto, se for considerada uma perspectiva moral e ética. Dessa forma alcançará um equilíbrio entre o que deseja e o que lhe impede de alcançar seus desejos, seja qual for o motivo destes empecilhos. Aumentando, possivelmente, a sua satisfação em viver, em decorrência da diminuição dos seus conflitos internos.
Existem muitas formas de contornar essa situação. Pode-se procurar ter uma vida mais saudável de modo a melhorar sua disposição através de uma alimentação mais adequada ou atividades físicas como o desporto. Mudanças de hábitos, trocando-os por outros que lhe tragam maior satisfação. Procurar a opinião de outras pessoas. Encontrar coisas que lhe dê motivação e mais sentido à vida. Organizar melhor sua vida. Procurar orientação de um psicólogo ou de um psiquiatra. Procurar o convívio com outras pessoas. E uma infinidade de outras coisas que concernem, principalmente, ao próprio indivíduo.
A falta de disposição pode estar ligada a falta de um sentido maior nas motivações. Às vezes é melhor o sorriso de uma pessoa do que um grande valor financeiro, por exemplo.
Enfim, para superar a preguiça é necessária uma análise profunda sobre a própria vida, o pensamento e as motivações. Se sentir útil para si e para os demais, exige coragem e muita força de vontade.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sete pecados capitais

Os sete pecados capitais são atitudes humanas contrárias às leis divinas. Foram definidos pela Igreja Católica, no final do século VI, durante o papado de Gregório Magno.
São eles:

1. Luxúria: apego e valorização extrema aos prazeres carnais, à sensualidade e sexualidade; desrespeito aos costumes; lascívia.

2. Gula: comer somente por prazer, em quantidade superior àquela necessária para o corpo humano.

3. Avareza: apego ao dinheiro de forma exagerada, desejo de adquirir bens materiais e de acumular riquezas.

4. Ira: raiva contra alguém, vontade de vingança.

5. Soberba: manifestação de orgulho e arrogância.

6. Vaidade: preocupação excessiva com o aspecto físico para conquistar a admiração dos outros.

7. Preguiça: negligência ou falta de vontade para o trabalho ou atividades importantes.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mitologia Egípcia


O princípio do universo é a formação única de Deus, que não se fez do nada, e sim, autocriou seus aspectos. Os aspectos de Deus, como dito anteriormente, chamam-se neteru (no singular: neter no masculino e netert no feminino). Tudo vem a início de um líquido infinito cósmico chamado Nun (Nu ou Ny), este é o ser subjetivo. Quando esse líquido se autocria e torna-se real, é Atum, o ser objetivo. Essa passagem é semelhante a passagem de inconsciente para consciente do ser humano. Atum criou uma massa única universal, que deu origem há uma explosão (Big Bang), porém pré-planejada. Mas o universo era formado apenas por nêutrons, sem elétrons ou prótons. Atum também tem o poder de "tornar-se a si mesmo", que segundo os antigos egípcios, é algo muito complicado para um humano, seria uma "obra divina". Mas isto é o princípio da Terra. A oração para a transformação de Atum, é a seguinte:
Cquote1.png
Salutamos a vós, Atum!

Salutamos a vós, aquele que torna a si mesmo!
Vós sois em vosso nome o altíssimo!
Vós tornais em vosso nome Khepri, aquele que se torna si mesmo!.
Cquote2.png
Khepri, é um nome dado ao primeiro neter da Terra, , o que é outra forma de Atum. Para criar a Terra, Rá deu origem ao Sol da manhã, enquanto o Sol da tarde era Atum. Cuspiu Chu e Tefnut, que deram origem a ar e a umidade. A seguir outro texto de "obra divina":
Cquote1.png Fui anterior aos dois anteriores que criei, pois tinha prioridade sobre os dois anteriores que criei.
Visto que meu nome é anterior ao deles, porque criei-os antes dos dois anteriores.
Cquote2.png
Os próximos neteru a serem gerados eram Geb e Nut, que criaram os dois ambientes da Terra: o céu e a terra (plana). Estes também deram origem aos quatro neteru da vida: Osíris, Ísis, Seth e Néftis. Osíris criou a vida no além e todo o processo de jornada até o céu. Ísis é responsável por todos os seres vivos. Seth representa os opostos, mas também coisas más, como ódio e caos. Néftis representa o deserto, a orientação, e o ato de morte. A história desses quatro neteru é a origem do próximo a ser gerado. Lembrando que as próximas histórias são semelhantes aos humanos porque esses neteru eram de espécies bem próximas aos humanos. Existem milhares de versões, no geral a história é a seguinte: Osíris era o neter que criou o ciclo de vida e morte, por isso governava a terra. Seth, movido a inveja, resolveu armar uma forma de matá-lo. Então, de forma incerta, provavelmente mostrando outra intenção, o trancafiou em um caixão e jogou no Nilo para se perder e ninguém nunca achar. Néftis percebeu isso e avisou Ísis, quando começaram a procurar e encontraram um caixão, e recuperaram Osíris. Seth como era uma forma do mal, esquartejou a forma material de Osíris em 40 pedaços e espalhou-os por todo o deserto e no Nilo. Ísis, depois de muito tempo, conseguiu encontrar todos eles, exceto o pênis, que foi devorado por três peixes. Então, Osíris uniu-se a Ísis e gerou um filho, a primeira ideia de "imaculada concepção", ela ficou conhecida com "Virgem Ísis". O filho era Hórus, o herdeiro que então lutou contra Seth, perdendo um olho na batalha, mas consegui vencê-lo. Esse olho ficou conhecido como "Olho de Hórus", que foi reconhecido como símbolo de proteção pelos egípcios. A seguir uma oração relacionada a isso:
Cquote1.png Ó benevolente Ísis
que protegeu o seu irmão Osíris,
que procurou por ele incansavelmente,
que atravessou o país enlutada,
e nunca descansou antes de tê-lo encontrado.
Ela, que lhe proporcionou sombra com suas asas
e lhe deu ar com suas penas,
que se alegrou e levou o seu irmão para casa.
Ela, que reviveu o que, para o deseperançado, estava morto,
que recebeu a sua semente e concebeu um herdeiro,
e que o alimentou na solidão,
enquanto ninguém sabia quem era...''

Cquote2.png


Mitologia Nórdica


Mitologia Chinesa

A mitologia chinesa foi criada pela conjugação de diversos elementos, alguns dos quais com origem em tempos imemoriais e outros provindos das três religiões maioritárias na China: o Taoísmo, o Confucionismo e o Budismo. Como adiante se referirá, uma das lendas sobre a criação do mundo (a partir do gigante Pangu) derivou precisamente da doutrina taoísta, segundo alguns estudiosos.
São várias as hipóteses que a mitologia da China aponta para a origem do mundo, variando de acordo com os locais e mesmo as etnias.
Uma das origens do mundo, considerada filosófica, mais do que mitológica, foi o vapor, que formaria os dois princípios do Yin e do Yang para criar tudo aquilo que vive, sendo uma segunda a da separação de diferentes matérias sobrepostas até se criarem a Terra e o Céu.
Um dos mitos mais conhecidos refere-se ao fato de o corpo quase sem vida de um gigante chamado Pangu ter originado os seres humanos e o mundo: os humanos nasceram dos parasitas do seu corpo, os seus fluidos corporais originaram os rios e a chuva, os seus membros as montanhas, a sua respiração as nuvens e o vento, o Sol e a Lua advieram dos olhos, os seus pêlos geraram a vegetação, a voz os trovões e os cabelos as estrelas. Diz-se ainda que o mundo e tudo o que ele contém poderá igualmente ter surgido a partir das 70 transformações por que passou a deusa Nugua. Esta terá criado os humanos em barro, dando posteriormente vida às figuras; contudo, estas foram hierarquicamente separadas em nobreza (argila amarela, cor dos seres superiores) e povo.
Houve também um dilúvio, com quatro versões. Uma delas e a mais difundida conta como o herói Yu comandou as águas com o poder da sua inteligência, às suas virtudes e à potência física, apesar de contar com a ajuda da tartaruga, dos dragões da água e de outros seres sobrenaturais. Yu tornou-se o fundador da mítica dinastia Hia depois de separar o mundo em nove regiões.
Os deuses chineses organizam-se em torno de um supremo, o Augusto Jade; os seguintes em importância são os Bodisatvas, imortais, sendo os restantes divindades secundárias que estão sujeitas à vontade do deus supremo e à morte (renascendo sob a forma humana).



terça-feira, 20 de julho de 2010

Carta ao ator

Freqüentemente me surpreende a ausência de serenidade em seu trabalho. Não é devido à falta de concentração ou de boa vontade. É a expressão de duas atitudes.



Antes de tudo, tem-se a impressão de que suas ações não são ditadas por uma convicção interior ou por uma necessidade que deixa sua marca no exercício, na improvisação, na cena que você executa. Você pode estar concentrado no seu trabalho, não estar se poupando, seus gestos podem, tecnicamente, ser precisos e no entanto, suas ações continuam sendo vazias. Não acredito no que você está fazendo. O seu corpo só diz uma coisa: obedeço a uma ordem dada de fora. Seus nervos, seu cérebro, sua coluna não estão comprometidos, e, com uma atitude epidérmica, quer me fazer crer que cada ação é vital para você. Você mesmo não percebe a importância do que quer fazer partícipe os espectadores.


Então como pode esperar que o espectador fique preso por suas ações? Como você poderia, assim, afirmar e fazer compreender que o teatro é o lugar onde as convenções e os obstáculos sociais devem desaparecer, para deixar lugar a uma comunicação sincera e absoluta? Você neste lugar representa a coletividade, com as humilhações que passou, com seu cinismo que é autodefesa, o seu otimismo, que é a própria irresponsabilidade, com seu sentimento de culpa e a sua necessidade de amar, a saudade do paraíso perdido, escondido no passado, na infância, no calor de um ser que lhe fazia esquecer a angústia.


Todas as pessoas presentes nesta sala ficariam sacudidas se você efetuasse, durante a representação, um retorno a essas fontes, a esse terreno comum da experiência individual, a esta pátria que se esconde. Este é o laço que o une aos outros, o tesouro sepultado no mais profundo do nosso ser, jamais descoberto, porque é nosso conforto, porque dói ao tocá-lo.


A segunda tendência que vejo em você é o temor de levar em consideração a seriedade deste trabalho: sente uma espécie de necessidade de rir, de distrair-se, de comentar humoristicamente o que você e seus companheiros fazem. É como se quisesse fugir da responsabilidade que sente, incrente à sua profissão, e que consiste em estabelecer uma relação e em assumir a responsabilidade do que revela. Você tem medo da seriedade deste trabalho, da consciência de estar no limite do que é permitido. Tem medo de que tudo aquilo que faz seja sinônimo de fanatismo, de aborrecimento, de isolamento profissional. Porém, num mundo em que homens que nos rodeiam já não acreditam em mais nada ou pretendem acreditar para ficarem tranqüilos, aquele que se afunda em si mesmo para enfrentar a sua condição, a sua falta de certezas, a sua necessidade de vida espiritual, é tomado por um fanático e por um ingênuo. Num mundo, cuja norma é o enganar, aquele que procura “sua” verdade é tomado por hipócrita.


Deve aceitar que tudo no que você acredita, no que você dá liberdade e forma no seu trabalho, pertence à vida e merece respeito e proteção. Suas ações, na presença da coletividade dos espectadores, devem estar carregadas da mesma força que a chama tenaz incandescente, ou na voz da sarça ardente. Somente então, suas ações poderão continuar a viver no espírito e na memória do espectador, poderão fermentar conseqüências imprevisíveis.


Enquanto Dullin jazia em seu leito de morte, seu rosto se retorcia assumindo as máscaras dos grandes papéis que viveu: Smerdiakov, Volpone, Ricardo III. Não era só o homem Dullin que morria, mas também o ator e todas as etapas de sua vida.


Se lhe pergunto por que escolheu ser ator, me responderá: para expressar-me e realizar-me. Mas que significa realizar-se? Quem se realiza? O gerente Hansen que vive uma existência respeitável, sem inquietudes, nunca atormentado por estas perguntas que ficam sem resposta? Ou o romântico Glauguin que, depois de romper com as normas sociais, terminou sua existência na miséria e nas privações de uma aldeia polinésia, Noa-Noa, onde acreditava ter encontrado a liberdade perdida? Numa época em que a fé religiosa é considerada como neurose, nos falta a medida para julgar o êxito ou o fracasso de nossa vida.


Sejam quais foram as motivações pessoais que o trouxeram ao teatro, agora que você exerce esta profissão, você deve encontrar um sentido que vá além de sua pessoa, que o confronte socialmente com os outros.


Somente nas catacumbas pode-se preparar uma vida nova. Esse é o lugar de quem, em nossa época, procura um compromisso espiritual se arriscando com as eternas perguntas sem respostas. Isto pressupõe coragem: a maioria das pessoas não tem necessidade de nós. Seu trabalho é uma forma de meditação social sobre si mesmo, sobre sua condição humana numa sociedade e sobre os acontecimentos de nosso tempo que tocam o mais profundo de si mesmo. Cada representação neste teatro precário, que se choca contra o pragmatismo cotidiano, pode ser a última. E você deve considerá-la como tal, como sua possibilidade de reencontrar-se, dirigindo aos outros a prestação de contas de seus próprios atos, seu testamento.


Se o ato de ser ator significa tudo isto para você, então surgirá um outro teatro; uma outra tradição, uma outra técnica. Uma nova relação entre você e os espectadores que à noite vêm vê-lo, porque necessitam de você.


















Eugenio Barba

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Arraiá do Plug Minas


Algumas fotos aii só pra não ficar devendo!
Foi muito bom esse arraiá e esperamos que venha mais festas como esta, unindo todo o Plug Minas!!!
Parabéns aos idealizadores, o pessoal do CODAP manda muito!!
A-hazou Gi!!
Detalhe: Minha roupa era de viúva! Linda né?

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Criando nossos monstros!!

Nessa semana estamos trabalhando com as Artes Plásticas, criando nossos monstrinhos e monstrão!
Hoho' Aguardem que logo, logo postarei imagens! 

Galerinha da tarde, principalmente grupo 1 : nós estamos muitos empolgados com a criação do monstro e estamos esquecendo da cena. Ainda não temos uma cena e como houve alguns desentendimentos, a cena está atrasada! Vamos dar o nosso melhor para o monstro ficar bem assustador, mas vamos nos lembrar da cena também né? Alguém tem alguma idéia?